segunda-feira, 1 de julho de 2013

FIM DO PT??? Veja o feitiço que virou contra o próprio feiticeiro




Demonstração das causas principais do caos no Brasil, fruto da ganancia da corrupção do socialismo/comunismo populista que tomou conta deste país.
Histórico dos acontecimentos iniciados pelo próprio governo federal através da ONG Passe Livre do PSOL, que pretendia desestabilizar o governo Alckmin pela criação de tumultos e confrontos com a polícia usando o pretexto da passagens de ônibus.
A tensão criada pelo governo chegou a Brasília onde Dilma foi vaiada.
Daí em diante o movimento orquestrado por grupelhos comunistas do PT e de outros partidos nanicos de extrema esquerda se espalhou para o todo o país, incluindo milhões de pessoas insatisfeitas e sem lideranças, que cansada da situação atual do país resolveu aproveitar a oportunidade e ir às ruas protestar e exigir os seus direitos.
E a partir daí eles perderam o controle da situação que eles mesmo criaram e o Frankenstein se voltou contra o seu próprio criador ou o feitiço virou contra o próprio feiticeiro.
Vivemos um momento histórico em que os agitadores a serviço do PT quiseram manipular a mídia e o povo criando uma pseudo revolução que agora talvez redunde no fim do PT e de seu poder corrupto.
Enquanto isto a direita se diverte com as trapalhadas dos petralhas e espera por uma oportunidade para tambem levar vantagem.
Contudo o povo deve continuar com seus protestos e reivindicações, exigir os seus direitos e mudar este país, sem se envolver com partidos, ideologias ou com a tentativa de se criar uma polarização esquerda x direita, que possa facilitar a retomada do controle do povo e da situação pelos políticos.
O poder do povo esta justamente na condição de se manter independente de ideologias e deve se manter assim firme nesta luta.
Afinal de contas esquerda e direita são farinhas do mesmo saco, ambas a serviço dos illuminatis e da nova ordem mundial, uma elite que só quer escravizar o povo.



Joaquim Barbosa

Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa critica os partidos brasileiros e defende a participação popular direta nas principais decisões do país. (05/07)

 

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Perda de apoio na periferia coloca PT em alerta



A onda de descrédito que se voltou contra todos os partidos e políticos nas manifestações de junho atingiu em cheio um dos mais importantes e tradicionais redutos eleitorais do PT no País: a periferia de São Paulo. Pesquisas internas realizadas antes e após os protestos de rua, entre o início de maio e o final de junho, sinalizam uma queda abrupta da preferência do eleitorado pelo PT em toda a capital paulista. Variou de 34% para 22%. O mais preocupante para as lideranças partidárias, porém, é que essa queda não poupou a periferia.

Ali, onde a preferência petista sempre se mantém acima da média, a pesquisa de junho apontou um índice em torno de 23%, com pequenas variações de uma região para outra. Os números foram apresentados a líderes petistas, no sábado à tarde, durante o encerramento de uma série de reuniões de diretórios regionais da capital, dentro do programa denominado Caravanas 2013.
A plenária do encontro, no Sindicato dos Químicos, contou com a presença do prefeito Fernando Haddad e reuniu cerca de 600 pessoas. Em seguida, um grupo menor, com cerca de cinquenta militantes, reuniu-se com a presidente do diretório municipal, vereadora Juliana Cardoso, para ouvir um diagnóstico mais refinado sobre o impacto dos protestos no PT.
Uma das explicações para a preferência, segundo a pesquisadora Marisol Recamán, que trabalha na área de pesquisas de opinião pública e presta serviços ao PT, é que os eleitores de periferia dependem mais da presença do Estado. “A periferia, que tem um peso de 65% no total dos votos, é o setor da capital que mais precisa de serviços públicos, como transporte, saúde e educação”, disse.
Na avaliação desse eleitorado, continuou, o PT é o partido com melhores condições de atender a essas demandas: “O eleitor de periferia votou no Haddad na esperança de que a vida dele vai melhorar”.

Nesse cenário, a queda abrupta na preferência do eleitorado registrada nas pesquisas é preocupante; e pode ficar ainda mais preocupante se forem analisados outros dois resultados das entrevistas. O primeiro sinaliza o aumento da rejeição do partido: variou de 14% para 23%. O segundo mostra o apoio total das grandes massas de periferia aos protestos. O índice de apoio chegou a 92%.
Para a pesquisadora, o principal significado do apoio popular às manifestações é o fato de sinalizar sua profunda insatisfação com a qualidade dos serviços públicos: “O morador da periferia não foi à rua, mas estava lá, de coração, apoiando.”
Marisol ressalvou que os ventos de junho não atingiram só o PT. Todos os políticos e executivos brasileiros, da pequena prefeitura do interior à Presidência da República, foram afetados. Outra ressalva, mais tranquilizadora para o PT, foi a de que os resultados da pesquisa não são irreversíveis.


As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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