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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Qual a forma mais eficaz de acabar com a humanidade: uma pandemia ou uma bomba atômica?

Por Renan Hamann
8 de Dezembro de 2011

Doenças que se espalham por todo o mundo disputam com as bombas nucleares o posto de arma mais letal do mundo.



Em 1945, duas cidades do Japão foram devastadas por um – na ocasião – novo armamento criado pelos norte-americanos. Eram as bombas atômicas que atingiram as cidades de Hiroshima e Nagasaki, em um dos episódios mais tristes da história da civilização, causando a morte direta e indireta de milhares de civis.
Mais tarde, cerca de dois anos atrás (na metade de 2009), o mundo inteiro temeu uma mesma doença: a gripe suína. De origem até hoje não confirmada, o vírus H1N1 se espalhou pelo planeta, causando pânico em muitos países. O número de casos também ultrapassou a casa dos 100 mil (com quase 1% de mortes confirmadas).
Mas o que seria mais nocivo à raça humana: uma doença que se espalha silenciosamente ou uma estrondosa bomba capaz de acabar com cidades inteiras? É o que descobriremos após analisar alguns dos principais pontos em que as duas ameaças podem ser consideradas “competidoras”.

Discrição na fabricação

Há alguns vírus que são considerados mutantes, porque podem modificar seu código genético por várias vezes (geralmente compostos por RNA). Isso os torna imunes a boa parte dos medicamentos que existem, sendo necessário desenvolver novas maneiras de combatê-los. O problema é que isso leva um tempo para ser produzido - tempo que pode ser demais para muitas pessoas.
Um exemplo bastante concreto está no site da Sociedade Brasileira de Infectologia. A dengue, que assola muitas pessoas no Brasil e também em outros países, pode se tornar ainda mais letal com a alteração de apenas dois genes.

Não podemos nos esquecer de que os cientistas possuem a chave para modificar códigos genéticos e criar vírus e bactérias muito mais poderosos do que os que conhecemos atualmente. Isso significa que a produção de armas biológicas pode estar acontecendo agora mesmo, em qualquer laboratório do planeta, sem que ninguém saiba.
Como o próprio Tecmundo afirmou há poucas semanas, uma pequena variação no vírus da gripe aviária (H5N1) pode fazer com que 50% da população mundial seja varrida da Terra. Os pesquisadores envolvidos afirmam que são apenas estudos para tentar entender os modos de transmissão da doença, mas se cair em mãos erradas – ou mesmo se vazar –, o vírus pode ser fatal.
Já bombas atômicas são um pouco mais difíceis de serem criadas, pois o comércio de material radioativo é controlado em todo o planeta. Logicamente, pode existir contrabando de elementos, mas mesmo assim a produção de armamentos atômicos dificilmente passa despercebida.
E a ativação passa pelo mesmo problema. Enquanto proliferar um vírus pode ser muito simples (bastando contaminar uma pessoa e esperar pelo espalhamento), causar mortes com bombas atômicas não é nada discreto. O responsável precisa de um lançador (geralmente são utilizados aviões ou mísseis), o que é facilmente percebido por radares.
 
Ogiva recuperada após teste (Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)

Caso consiga ultrapassar bloqueios, a bomba sofrerá uma enorme explosão, causando a morte de milhares de pessoas (dependendo da localização do impacto). Cruzamentos de informações de vários países pode fazer com que o ponto de saída do armamento seja rapidamente descoberto.

Pandemia X Epidemia

Uma epidemia é caracterizada pela proliferação de uma doença em um curto espaço de tempo. Quando ela fica reservada a determinados locais geográficos, é considerada pela Organização Mundial da Saúde como uma doença endêmica – como é o caso da malária, que atinge alguns países da África.
Mas quando essas doenças saem desses limites territoriais para se espalhar por todo o mundo, considera-se que a enfermidade infectocontagiosa transformou-se em uma pandemia. Ao longo da história, podemos citar entre as piores pandemias doenças como a Peste Negra (que matou 20 milhões de pessoas na Europa) e a Gripe Espanhola (mais de 25 milhões de mortes).

Poder de fogo X Poder de infecção

É preciso entender que as duas ameaças apresentam diferentes tipos de força letal contra a humanidade (e contra tudo mais que tiver de vida no planeta). Bombas atômicas causam mortes e outros danos físicos instantaneamente, devido à reação explosiva de alto impacto que as ogivas proporcionam.
 
Hiroshima, após os ataques (Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)

Depois do primeiro impacto, ainda existe a radiação responsável por mais um considerável número de mortes e infecção de plantações. Mesmo assim, é possível reduzir os efeitos por meio de isolamentos de áreas e utilização de proteções adequadas para a evacuação.
Quando voltamos a pensar nas armas biológicas e vírus naturalmente modificados, não contamos com o mesmo “alarme” das bombas. Pela mesma discrição que relatamos ao falar sobre a criação, os vírus se espalham de uma maneira quase invisível.
Dependendo do tempo que eles possam ficar dentro do corpo humano sem gerar sintomas, o portador pode ser responsável pelo transporte da doença para diversos locais. Por exemplo: a gripe aviária teve origem na Ásia, mas acabou sendo levada para outros lugares do mundo, pois demorava alguns dias até causar dores e desconfortos.
 
Combate à gripe suína, no México (Fonte da imagem: Reprodução/Flickr - Sari Huella)

A gripe suína também começou em um local específico e depois foi proliferada. Inicialmente sendo identificado no México, o vírus H1N1 se alastrou graças ao grande número de viagens aéreas realizados por pessoas infectadas, segundo a Organização Mundial da Saúde.

Mas qual pode matar mais gente?

Essa pergunta tem duas respostas, e a primeira delas é referente a situações imediatas. Bombas atômicas podem devastar cidades inteiras de uma só vez, causando mortes, destruição e até mesmo contaminação por radiação. Por isso, elas são muito mais poderosas para quem quer causar impacto visível (como fizeram os Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial).
 
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)

falamos em armas biológicas e pandemias, precisamos lembrar que o poder de proliferação delas é muito maior do que o de qualquer material radioativo de bombas. Doenças podem ser espalhadas por contato físico, ar, carnes e vegetais, além de roupas e outros tecidos que podem ser transportados em viagens, por exemplo.
Por essa razão, é possível afirmar que pandemias podem ser muito mais eficazes na dizimação da raça humana do que armas nucleares. Caso algum dia seja produzido um vírus tão poderoso quanto o ebola e capaz de ficar em repouso dentro do corpo humano por um longo período de tempo sem oferecer sintomas (como acontece com o HIV), dificilmente a medicina conseguirá vencê-lo.
.....
Como está bem visível, com a tecnologia que existe hoje não é difícil fazer com que toda a humanidade seja varrida do planeta. Além das bombas atômicas e vírus criados em laboratório, também existem as doenças que evoluem naturalmente, ameaçando a raça humana. 

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/ciencia/16379-qual-a-forma-mais-eficaz-de-acabar-com-a-humanidade-uma-pandemia-ou-uma-bomba-atomica-.htm#ixzz1g2xut8sK

terça-feira, 21 de junho de 2011

BOMBA OFICIAL: Os EUA está tendo um Emergência catastrófica Nuclear em Nebraska e A Administração Obama está encobrindo – diz Rússia





NOTA DO BLOG: Coincidência ou não, Benjamin Fulford já alertava para esta possibilidade, que segundo ele estava prevista nos planos dos illuminatis com o objetivo de provocar uma emergencia nacional e uma evacuação em massa, numa situação de excessão para que a FEMA possa então recolher e enviar aos campos de concentração todos os que são contrários a implantação da Nova Ordem Mundial, veja a matéria publicada em nosso blog através do link abaixo:

BENJAMIN FULFORD Denunciando os Illuminatis - Atualizações e novas notícias recebidas por e-mails

 * * * * * *

Tradução Google
Aqui está um interessante relatório de jornal diário paquistanês The Nation.


Ele cita uma agência russa de regulação, dizendo que os EUA estão tendo atualmente uma grave emergência nuclear na usina inundada em Nebraska e que a Administração Obama está a tentar encobri-lo.
O relatório russo descreve a situação em Nebraska como um dos piores acidentes nucleares da história dos Estados Unidos.
Tenha em mente que este relatório vem da Rússia e Paquistão – dois países que não estão particularmente contentes com Obama agora.
Mas a FAA promulgou uma zona de exclusão aérea sobre a planta Fort Calhoun nuke, que foi danificado por um incêndio e inundações do rio Missouri.

Aqui está o relatório da The Nation :
Um relatório chocante preparado pela Agência de energia da Rússia Federal Atômica (FAAE) com base em informações fornecidas a eles pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) afirma que o regime Obama ordenou um blecaute de notícias “total e completa” relativos a quaisquer informações sobre a catastrófica situação perto de um colapso da Usina Nuclear Fort Calhoun, localizado no Nebraska.
Segundo este relatório, a Fort Calhoun Usina Nuclear sofreu uma “perda catastrófica de refrigeração” para uma de suas piscinas ocioso vara combustível em 7 de junho, depois de esta planta foi inundado com água causada pelas inundações histórica do rio Missouri, que resultou em um fogo levando a Agência Federal de Aviação (FAA) emitir uma “proibição de exclusão aérea” sobre a área.
Localizado a cerca de 20 minutos fora do centro de Omaha, a maior cidade do Nebraska, o Planta Fort Calhoun Nuclear é de propriedade de Omaha Public Power District (GPDP), que em seu site nega que sua planta está em um “nível 4″ de emergência, afirmando: “Esta terminologia não é precisa, e não é como as emergências em usinas nucleares são classificadas“.
Cientistas atômicos russos neste relatório FAAE, no entanto, dizem que esta declaração da OPPD é uma “mentira deslavada”, como todas as usinas nucleares no mundo operam sob as diretrizes da International Nuclear Event Scale e Radiológica (INES), que afirma claramente que “eventos” como o que está ocorrendo na Usina Nuclear Fort Calhoun leva, de fato, a colocá-lo no “nível 4″ na categoria de emergência de um “acidente com conseqüências local”, tornando este um dos piores acidentes nucleares da história dos EUA.
Embora este relatório confirme leituras independentes de “liberação de gases de efeito insignificante nuclear” nos Estados Unidos, relacionadas com este acidente, adverte que a censura pelo regime Obama deste evento por “razões políticas” leva ao risco de um “blowback grave” do público americano quando eles tiverem o conhecimento deste situação que está sendo escondida deles.
http://www.youtube.com/watch?v=mSvvmrB7qEg&feature=player_embedded


 FONTE: http://www.businessinsider.com/nebraska-nuclear-meltdown-2011-6#ixz...

Os EUA está tendo um Emergência catastrófica Nuclear em Nebraska e A Administração Obama está cobrindo It Up - Rússia

http://nation.com.pk/pakistan-news-newspaper-daily-english-online/I...
http://www.businessinsider.com/faa-closes-airspace-over-flooded-neb...

 (full 40 minutes) http://www.youtube.com/watch?v=XHZdub3n0mI

download the audio podcast here:
http://www.radio4all.net/index.php/program/52367

Arnie Gundersen's Updates on Fukushima: http://www.fairewinds.com

KETV News' Piece on the Nuclear Plant: http://www.ketv.com/news/27392766/detail.html