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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

David Icke e o DESPERTAR GLOBAL


Controle da Mente, Drogas, Alimentação Tóxica, Poluição Eletromagnética, Vacinas, Elite Globalista, Governo Mundial, Mídia Corporativa, Fim da Família, Eugenia, Extermínio Global…

O pesquisador e palestrante David Icke revela como a Elite Globalista está desesperada tentando abafar o Despertar Global que está atrasando sua agenda de dominação mundial através da constituição de um Governo Mundial.


David explica como técnicas de controle da mente, drogas, alimentação tóxica, poluição eletromagnética e vacinas estão sendo usadas pela Nova Ordem Mundial para emburrecer a população e moldar a mentalidade do indivíduo até que ela atinja um estado generalizado de servitude, equiparando-se ao estado mental de uma ovelha. 
Esta estratégia é usada para facilitar a ação de Sistemas de Controle sobre a massa humana como um todo.
Desta forma, o indivíduo acredita que não tem poder de influir e de decidir sobre o seu destino e, consequentemente, isto se reflete sobre a coletividade. 
Como resultado final, cada ser humano que sucumbe a estes ataques abdica de seu dever de assumir a responsabilidade sobre questões decisivas para a sua vida e para a sociedade. 
Isto impede que a massa enxergue quem são os verdadeiros manipuladores, ou seja, a Elite Globalista. 
A qual está sendo exposta agora devido a um processo intenso de Despertar Global, impulsionado pelo advento da internet, ou Mídia Alternativa, que possibilita a transmissão de informações que não vemos na Mídia Convencional (Prosti-Jornalistas), esta representada principalmente pelos jornais, revistas e TV.

por André o’Zaca



Fonte: http://www.brasilindomavel.com.br/liberdade-2/despertar-global/david-icke-e-o-despertar-global

domingo, 11 de dezembro de 2011

VACINAS ASSASSINAS e Medicina Alternativa - Alex Jones entrevista Dra. Tenpenny - Legendado

11/11/2009

Dra. Tenpenny revela dados REVOLTANTES sobre vacinas e discute medicina alternativa como a forma mais eficiente de prevenção de doenças.
Alex Jones entrevista Dra. Sherri Tenpenny, diretora e fundadora da clínica OsteoMed II, localizada em Strongsville, Ohio, desde de 1996.
Esta clínica oferece tratamento alternativo, tradicional e preventivo.
Ela também é presidente dos Seminários de Consciência da Nova Medicina, LLC.
Dra. Tenpenny é uma renomada perita internacional em medicina alternativa.
Ela tem feito palestras internacionais sobre temas de saúde em várias conferências, convenções e universidade. Seu DVD, "Gripe e Vacinas contra a Gripe: o que está entrando por aquela agulha", aborda os problemas associados com as vacinas anuais contra gripe.







domingo, 4 de dezembro de 2011

Cientista cria vírus H5N1 super contagioso e mutante

 



















Investigador Europeu cria polêmica ao fabricar vírus modificado com grande capacidade de contagiar humanos. Segundo a Organização Mundial de Saúde, ele infectou apenas 570 pessoas no mundo, mas matou 335 – uma taxa de mortalidade de quase 60%


Ron Fouchier, do Centro Médico Erasmus, na Holanda, iniciou sua pesquisa para compreender melhor o vírus responsável pela epidemia de gripe aviária em 2009.
No entanto, suas descobertas o fizeram criar algo potencialmente perigoso – e agora a comunidade científica debate se é ou não correto que ele publique seus resultados.
O debate se dá pela letalidade do H5N1.

Até hoje, segundo a Organização Mundial de Saúde, ele já infectou apenas 570 pessoas no mundo, mas matou 335 – uma taxa de mortalidade de quase 60%.
O vírus é natural dos pássaros e tem pouca habilidade na hora de infectar outros animais, e essa é justamente a sua fraqueza: não se mover com facilidade de um humano a outro.
Fouchier, no entanto, modificou o vírus e o tornou extremamente contagioso, transmissível pelo ar – como um vírus da gripe comum.

Segundo seu estudo, são necessárias apenas cinco mutações para tornar o H5N1 extremamente transmissível entre pessoas. Em setembro, o pesquisador apresentou seus resultados durante a conferência ESWI Influenza, realizada em Malta. Agora, ele deseja publicar seu trabalho em revistas científicas.

O problema é que, para grande parte dos pesquisadores, isso é um perigo: o trabalho seria como uma receita, que pode ser replicada para criar uma pandemia global.
O chefe da Junta Nacional de biossegurança dos Estados Unidos, Paul Kleim, teria, inclusive, declarado que não existe organismo patogênico mais assustador do que este.

Por outro lado, o trabalho poderia ser útil e ajudar a comunidade científica a se preparar para uma possível epidemia, caso o vírus sofra as mutações sozinho.
Qualquer que seja a decisão da comunidade científica, é difícil imaginar que a informação permaneça em sigilo por muito tempo - afinal, uma vez que alguém afirma ter alcançado algo, não demora muito para que outros comecem a tentar recriar o mesmo feito.