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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

CHEMTRAILS: Chuva e neve contaminadas inserem mercúrio na cadeia alimentar



Postado em Biodiversidade em 19/12/2011 às 17h30
por Redação EcoD

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A Terra está sendo bombardeada de altas doses de mercúrio através da chuva e neve contaminada (contaminada através dos Chemtrails), informou um estudo publicado neste domingo, 18 de dezembro, na revista científica Nature. 
De acordo com a publicação, a contaminação pode ser facilmente absorvida pela terra e entrar na cadeia alimentar em qualquer parte do mundo.
Segundo reportagem do jornal britânico The Guardian, o metal tóxico é liberado através do vapor da queima de combustíveis e incorporado aos gases atmosféricos. 
“Milhares de toneladas de vapor de mercúrio são bombeados para o ar a cada ano”, informa a publicação.
As descobertas dos cientistas informam ainda que após ser oxidado, o mercúrio pode voltar à Terra através das chuvas ou da neve. 
De acordo com o The Guardian, as bactérias transformam o mercúrio oxidado em metil-mercúrio, que facilmente entra na cadeia alimentar após ser absorvido pelas plantas.

Contaminação globalizada
Segundo o doutor Seth Lyman, que liderou a pesquisa na Universidade de Washington, grande parte do mercúrio lançado na atmosfera é depositada longe de suas fontes originais. 
"O mercúrio emitido do outro lado do globo pode ser depositado ali na nossa porta dos fundos, dependendo de onde e como ele é transportado, quimicamente transformado e depositado", disse ao The Guardian.
Assim, o mercúrio liberado na queima do carvão na Ásia, por exemplo, pode circular o planeta antes de ser oxidado e enviado de volta à superfície da Terra. 
Algumas áreas do planeta, como o sudoeste dos EUA, possuem condições atmosféricas ideais para receber a substância, dizem os especialistas.
Para chegar às conclusões, a equipe de cientistas do Dr. Lyman analisou dados atmosféricos coletados durante vôos na América do Norte e na Europa (experiências feitas através dos chemtrails) em outubro e novembro do ano passado, que detectavam a presença de mercúrio oxidado no ar.
Os resultados mostraram que o mercúrio elementar é transformado em mercúrio oxidado na atmosfera superior. 
Como o processo de oxidação ocorre não ficou claro. 
Mas os cientistas descobriram que, uma vez que o fenômeno ocorre, o mercúrio pode retornar para a Terra através da chuva ou movimentação atmosférica.




Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/posts/2011/dezembro/chuva-e-neve-contaminadas-inserem-mercurio-na
Publicado em: http://existenciaconsciente.blogspot.com/2011/12/chuva-e-neve-contaminadas-inserem.html 

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Frota baleeira japonesa zarpa em direção à Antártica

http://www.greenpeace.org.br/oceanos/antartica/20decwhalephotobig2.jpg


TÓQUIO, Japão, 6 dez 2011 (AFP) -A frota baleeira japonesa zarpou nesta terça-feira em direção à Antártica em uma campanha pesqueira protegida por fortes medidas de segurança por medo de ações dos ecologistas, anunciou a imprensa local. Três barcos partiram do porto de Shimonoseki (sudoeste do Japão) com a finalidade de caçar 900 pequenos rorquais e rorquais comuns, segundo um documento transmitido pelo governo japonês à Comissão Baleeira Internacional (CBI).
Trata-se de uma operação pesqueira que o Japão organiza todos os anos nos Mares do Sul em nome da "investigação científica", uma prática tolerada pela CBI, que, em troca, proíbe qualquer pesca com fins comerciais.
As autoridades japonesas não ocultam, no entanto, que os cetáceos que matam em nome desta investigação terminem na panela.
Ao ser interrogada pela AFP, a Agência de Pesca Japonesa, o organismo oficial responsável por supervisionar a caça, não quis confirmar a partida da frota "por motivos de segurança".
Durante as sete últimas campanhas na Antártida, os baleeiros japoneses foram perseguidos por barcos enviados pelos ecologistas da associação Sea Shepherd, com sede nos Estados Unidos.
O fundador do Sea Shepherd, Paul Watson, advertiu que sua associação continuará perseguindo os baleeiros japoneses se eles voltarem à Antártida.
A ex-atriz francesa e protetora dos animais Brigitte Bardot anunciou recentemente que sua Fundação se associará neste ano à campanha da Sea Shepherd contra as "frotas assassinas" japonesas.
Já a guarda costeira japonesa, responsável pela segurança da frota do país, anunciou na segunda-feira que estarão presentes tropas de proteção a bordo dos baleeiros, sem informar seu número.

sps/hg/pn/kap/it/ma/fp
Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/

Sera que os seres que assim agem são realmente humanos?
NOTA: É uma pena! Pela evolução que eles tem já estava na hora dos japoneses serem mais reponsaveis pelo nosso planeta e serem menos predadores. Pelo que nos consta o tsunami foi um processo de expurgo de uma egregora gerada por este povo. Tera sido o tsunami um sacrificio em vão?

Baleeiro Japonês parte ao meio o navio Ady Gil da Sea Shepherd

6 janeiro 2010
 
O famoso catamarã está afundando no oceano antártico.
Seis tripulantes foram resgatados pela outra embarcação da Sea Shepherd, o Bob Barker.
adil gil ao meio
Em um ataque sem precedentes e sem provocação capturado em filme, a embarcação de segurança japonesa, Shonan Maru No.2 deliberadamente abalroou causando danos catastróficos ao catamarã da Sea Shepherd, o Ady Gil.
Seis tripulantes, quatro neozelandezes, uma australiano e um holandês foram prontamente resgatados pela tripulação do Bob Barker. Nenhum dos tripulantes do Ady Gil se feriram.
Acreditamos que o Ady Gil irá afundar pois as chances de salválo são muito pequenas.
De acordo com o testemundo do Capitão Chuck Swift do Bob Barker, o ataque ocorreu enquanto as duas embarcações da Sea Shepherd estavam paradas. O Shonan Maru No.2 repentinamente acelerou e deliberadamente abalroou o Ady Gil cortando cerca de 2,5 metros de sua proa fora. De acordo com o Capitão Swift, a embarcação (Ady Gil) não aparenta que possa ser salva.
“Os baleeiros japoneses em uma escalada de violência aumentaram as proporções do conflito” é o que afirmou o Capitão Paul Watson. “Se eles pensam que nossas outras duas embarcações vão se retirar do Santuário das Baleias da Antártida em face deste extremismo, estão totalmente enganados. Agora temos uma Guerra das Baleias Real em nossas mãos e não temos a intenção de retroceder.”
A bordo do Steve Irwin o Capitão Paul Watson está correndo para a área em 16 nós mas ainda restam cerca de 500 milhas a serem percorridas. O Bob Barker temporariamente parou sua perseguição ao Nisshin Maru para resgatar a tripulação do Ady Gil. Os navios japoneses inicialmente recusaram-se a reconhecer a chamada de socorro (MAY DAY) do Ady Gil, reconhecendo-a posteriormente. Apesar de terem reconhecido à chamada, não ofereceram assistência ao Ady Gil ou ao Bob Barker de qualquer modo.
O incidente ocorreu na localização 64 graus e 3 minutos sul e 143 graus e 9 minutos leste.
Até esta manhã os japoneses estavam em completodesconhecimento da existência do Bob Barker. Esta nova aquisição à frota da Sea Shepherd partiu de Mauritius na costa Africana em 18 de dezembro e pode avançar ao longo da borda de gelo oeste enquanto os japoneses estavam ocupados preocupando-se com o avanço do Steve Irwin ao Norte.
“Esta é uma perda substancial de nossa organização”, afirmou o Capitão Paul Watson. “O Ady Gil, ex Earthrace, representa uma perda de quase dois milhões de dólares. Entretanto a perda de uma única baleia é mais importante para nós, e a perda do Ady Gil não será em vão. Este golpe simplesmente reforça nossas resoluções, não enfraquece nosso espírito.”
A Sea Shepherd está requisitando ao governo australiano que envie uma embarcação militar para que a paz seja restaurada nas águas do Território Australiano Antártico. Temos 77 tripulantes de 16 nações em 3 embarcações, seis deles a bordo do Ady Gil. Destes, 21 cidadãos australianos: 16 a bordo do Steve Irwin e 5 no Bob Barker. A Sea Shepherd crê que o governo australiano tem a responsabilidade em proteger as vidas de cidadãos australianos que trabalham para defender as baleias das atividades ilegais dos baleeiros japoneses.
“A Austrália precisa enviar uma embarcação militar para cá assim que possível para proteger tanto as baleias quanto os cidadãos australianos que trabalham em defesa dos cetáceos”, afirmou Laura Dakin a cozinheira chefe do Steve Irwin de Camberra, Austrália. “Estas são águas Territoriais Antárticas Australianas e vejo os baleeiros japoneses fazendo o que querem impunemente aqui sem que uma embarcação do governo australiano possa ser encontrada. Peter Garret (ministro do meio ambiente australiano e ex vocalista da banda de rock Midnight Oil), tenho uma pergunta a você: ONDE DIABOS VOCÊ ESTÁ?”

Fonte: http://seashepherd.org.br/baleeiro-japones-parte-ao-meio-o-navio-ady-gil-da-sea-shepherd/


Baleeiro japonês atinge barco de ambientalistas na Antártida
06 de fevereiro de 2010 • 14h04 • atualizado às 16h08



Baleeiro se choca com barco do grupo ambientalista Sea Shepherd . Foto: AP Baleeiro se choca com barco do grupo ambientalista Sea Shepherd
Foto: AP

O grupo ambientalista Sea Shepherd afirmou neste sábado que um navio baleeiro japonês "chocou-se intencionalmente" em águas antárticas com um de seus barcos utilizados em protestos.
O navio Yushin Maru 3 atingiu o barco Bob Barker perto do Cabo Darnley, no território australiano da Antártida, abrindo o casco da embarcação, afirmou o grupo ambientalista em sua página na internet.
Apesar do incidente, que ocorreu no começo da tarde de acordo com o horário australiano, a embarcação Bob Barker continuou a tentar bloquear as atividades do Nisshin Maru, o navio-fábrica da frota baleeira japonesa, de acordo com o grupo.
"Nenhum tripulante se feriu na colisão".
No começo de janeiro, outro barco do grupo Sea Shepherd, o Ady Girl, naufragou após colidir-se com um baleeiro japonês.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4249970-EI294,00-Baleeiro+japones+atinge+barco+de+ambientalistas+na+Antartida.html


Navio de activistas atacado por baleeiro japonês

Navio de ativistas atacado por baleeiro japonês


06/01/10 11:58 CET

Uma ONG de defesa das baleias acusa um navio baleeiro japonês de ter destruído um dos seus barcos no oceano Antárctico.
O Ady-Gil foi quebrado ao meio, quando navegava junto ao navio nipónico, acusam os ambientalistas. Mas os seis membros da equipagem estão salvos. Os japoneses dizem que agiram em legítima defesa porque os militantes lhes lançavam projécteis.
A embarcação Ady Gil era o último grito na luta contra a pesca de baleias. Apesar dos 24 metros, era dificilmente detectada por radar devido aos materiais que a compunham. Custara cerca de um milhão de euros.
O incidente acontece num momento de polémica na Austrália. Os deputados pediram ao governo para impedir os presumíveis “voos espiões” japoneses.
Estes voos serão enviados pelos baleeiros nipónicos a partir de aeroportos australianos para os ajudar a infringir as convenções internacionais contra a pesca da baleia.
Um dossier delicado para o governo. Em 2008, Tóquio foi o primeiro país importador de produtos australianos e o comércio bilateral atingiu os 40 mil milhões de euros.
A pesca comercial da baleia está proibida desde 1986, mas os japoneses continuam a fazê-lo, alegando que se trata de pesca científica.

Copyright © 2011 euronews
Fonte: http://pt.euronews.net/2010/01/06/navio-de-activistas-atacado-por-baleeiro-japones/

sábado, 2 de julho de 2011

DESATRE AMBIENTAL: Na Ásia, mar de Aral já encolheu 90% e tudo virou deserto


A desertificação do mar de Aral, situado na Ásia Central entre o Cazaquistão e o Uzbequistão, é um dos desastres ambientais mais chocantes do mundo. Foi assim que o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, classificou o problema depois de sobrevoar a região.







Mar de Aral
 
Ban Ki-moon fez uma parada em Muynak, no Uzbequistão, cidade que beirava o mar. Hoje, no lugar da água existe um imenso deserto arenoso e o que se vê são camelos andando entre diversos navios encalhados.
O mar de Aral que já foi um dos quatro maiores da Terra e encolheu surpreendentemente 90% em nove décadas. Em 1920, os rios que o alimentavam foram desviados durante um projeto soviético de irrigação de plantações de arroz, cereais e algodão.

 

Inicialmente o plano deu certo e em pouco tempo o Uzbequistão tornou-se o terceiro maior exportador de algodão do mundo. Com o passar dos anos, canais mal construídos geraram grande perda da água por vazamento e evaporação. Entre 1961 e 1970, o nível do mar baixou 20 cm por ano em média. Ao mesmo tempo, a concentração de sal da água ficou cinco vezes mais alto acabando com a economia pesqueira da região.
O solo coberto por camadas de areia extremamente salgada não serve mais para nada e causa problemas de saúde a população. A pouca água que restou está poluída. A transformação da paisagem também mudou o clima no local. As temperaturas têm sido mais baixas no inverno e mais altas durante o verão.

 
 




Imagens de satélite do mar de Aral

"É claramente um dos piores desastres ambientais do mundo. Eu fiquei chocado”, declarou Ban Ki-moon após visita à região nos primeiros dias de abril. "Peço que todos os líderes sentem-se e tentem encontrar soluções", acrescentou o secretário geral da ONU que ainda prometeu ajuda das Nações Unidas.
A paisagem atual é de apenas lagos dispersos. Segundo Ban Ki-moon, a briga de países vizinhos por recursos hídricos não pode atrapalhar o empenho em tentar fazer algo para minimizar o quadro.

 

Desertificação
Até 1960, o Mar Aral tinha 68 mil km quadrados de área, com volume estimado em 1.100 km cúbicos de água. Em 1998 sua superfície estava reduzida a 29 mil km quadrados e o volume despencou para 220 km cúbicos. Neste período a salinidade da água subiu proporcionalmente de 10 para 45 gramas de sal por litro de água.
O drama do Aral pode ser melhor compreendido observando as imagens acima, registradas pelo satélite europeu Envisat entre os anos de 2006 e 2009. As cenas mostram uma dramática retração de 80% do lóbulo oriental do lago, que na imagem de 2006 já tinha apenas tinha 11 mil km quadrados. Em 2007 a área era de apenas 10% da original e a salinidade atingiu 100 gramas por litro de água.
O constante esvaziamento do lago deu lugar a um deserto branco e salgado de 40 mil km quadrados, chamado Aral Karakum. Todos os anos as tempestades de areia varrem do leito seco aproximadamente 150 mil toneladas de sal e areia, que são transportadas por centenas de quilômetros causando graves problemas de saúde na população local e tornando os invernos regionais mais frios e os verões mais quentes.


  


 
 

 


 


 


 


 




 

Fotos: No topo, cena típica do Mar de Aral, dominado atualmente por embarcações encalhadas e camelos que lembram paisagens do Saara. Acima, imagens registradas pelo satélite Envisat mostram claramente o processo de desertificação do Mar de Aral, que até 1960 era considerado o quarto maior lago do mundo. A foto do lado direito mostra o deserto de Aral Karakun, formado a partir do ressecamento do leito. Créditos: ESA/Envisat/Wikimedia Commons.


Fonte: http://claudiovelasco.ning.com/profiles/blog/show?id=2852652%3ABlogPost%3A449201&xgs=1&xg_source=msg_share_post